• Chegou a hora da verdade, golpistas

    No Blog da Cidadania

    Imagino que poucos tenham sido os que perderam tempo de sono assistindo à encenação barata levada a cabo no Senado da República na madrugada desta quinta-feira, 12 de maio de 2016. Este blogueiro não esteve entre esse bando de crédulos, por óbvio. Pouco importou o que disse este ou aquele senador. As cartas estavam marcadas.

    Não aconteceu nada de relevante no Plenário do Senado. Todos sabiam que nada havia a esperar. Nenhuma defesa de Dilma, por mais brilhante que fosse, mudaria o rumo das coisas. Nenhuma acusação que coonestasse o que lá ocorria veio nos salvar da confirmação de que a democracia estava sendo violentada com requintes de crueldade – pela capa torturante de “legalidade” (mal) estendida sobre o processo de impeachment de Dilma Vana Rousseff.

    O impeachment, pode-se dizer, ocorreu sob amplo constrangimento dos seus autores, dos seus executores e da assistência no entorno.

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  • A Justiça de Moro – Cláudia Cruz, inocentada. Já Marisa Letícia, nem depois de morta.

    O Cafezinho

    Por Bojonas Teixeira Marisa Letícia, submetida ao estresse extremo, sofreu um AVC e morreu. Os médicos são unânimes em que o ambiente de pressão, de perseguição e linchamento foi causa decisiva para essa morte. Mas, mesmo assim, Sérgio Moro não a absolveu. Os advogados pediram a absolvição dela após a morte. Mas ele não aceitou. Apenas decretou a “extinção da punibilidade”. Ou seja, manteve um espinho cravado sobre a alma dela, mesmo depois de morta. Perseguindo-a, com as fúrias da lei, mesmo no outro mundo. Mas e Claudia Cruz? Cláudia, foi absolvida.

    Marisa Letícia nunca teve conta na Suíça, não fez gastos de US$ 526 mil no cartão de crédito, ou seja, mais de meio milhão de dólares, em compras suntuosas nas capitais do luxo. No entanto, apesar de Cláudia, como é conhecida na intimidade, gastar mais de meio milhão de dólares em futilidades, Moro viu nisso só inocência. Só vislumbrou boa fé. No caso de Maria Letícia, ao contrário, aceitou a denúncia ridícula que a acusa de lavagem de dinheiro por um triplex que ela nunca usou. Cláudia Cruz comprou, usou, consumiu, usufruiu, ostentou. Mas é inocente. Já no caso de Marisa, não comprou, não usou, não habitou – Mas havia elementos suficientes para que o juiz aceitasse a acusação.

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  • Doleiro preso por tráfico ajudaria Aécio na lavagem de propina, suspeita Lava Jato

    GNN Notícias

    Jornal GGN - No documento em que reforça o pedido de prisão contra Aécio Neves ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República Rodrigo Janot revela que além da empresa da família Perrela, um doleiro condenado por tráfico internacional de diamentes é suspeito de ajudar o senador mineiro na lavagem da propina que ele teria recebido da JBS.

    Nas investigações sobre o caso, a Polícia Federal flagrou o assessor parlamentar de Zezé Perrela, Mendherson Souza Lima, conversando de maneira cifrada com o doleiro Gaby Amine Toufic Madi, condenado a 7 anos de prisão em 2016.

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  • Recomendo leitura

Nogueira: “lembro que Serra foi atacado por uma bolinha…”

Paulo Nogueira, jornalista e blogueiro, diz que o “Brasil não é a Venezuela, mas…

“O Brasil não é a Venezuela”, disse Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal. Para alguém que deveria ser sinônimo de moderação e sobriedade, Mendes parece absurdamente desequilibrado.

Não vou entrar aqui nos testes de voz que, pelo que leio, detectam “risco” em certas passagens de declarações gravadas de Mendes. “Risco” é a chance de a pessoa estar mentindo.

Não confio nestes testes. Podem, imagino, ser manipulados. Lembro uma vez que o Jornal Nacional publicou a avaliação de um perito que comprovaria que Serra foi de fato atacado no célebre Atentado da Bolinha de Papel.

Exploro outro ponto.

O Brasil não é a Venezuela. Certo. Mas uma frase dessas sem dúvida contribui para que o Brasil e a Venezuela vão se tornando parecidos – na polaridade, na divisão, numa ‘guerra civil’ em que os tiros são, pelo menos por enquanto, desferidos no plano da retórica incendiária como a de Mendes.

[…] Leia mais AQUI.

 

Odonto, sem comentário

O comentário de hoje vem do consultório odontológico. Foi ilário!

O consultório fica no segundo andar do prédio localizado no centro de Nova Iguaçu, na rua Gil Fonseca. Na porta, feita alumínio e vidro, sem ventanas, tem um trinco do lado de fora que se tranca com cadeado quando não se tem ninguém no consultório. Inacreditavelmente hoje ficamos por alguns minutos trancados no consultório e foi necessário que a atendente ligasse para alguém do lado de fora para que viesse nos socorrer. Um dos clientes, após ter sido atendido, deixou o consultório e ao fechar a porta fechou o trinco impedindo que ela fosse aberta por quem estivesse do lado de dentro.

Não foi por conta disso que eu não comentei hoje na Rádio Novos Rumos (101,7 FM). Não comentei porque o atendimento foi demorado, mais do que o previsto, e saí de lá às 13 horas. Portanto, basta-nos comentar o inacreditável fato de ter ficado trancado por alguns minutos no consultório odontológico.