• Chegou a hora da verdade, golpistas

    No Blog da Cidadania

    Imagino que poucos tenham sido os que perderam tempo de sono assistindo à encenação barata levada a cabo no Senado da República na madrugada desta quinta-feira, 12 de maio de 2016. Este blogueiro não esteve entre esse bando de crédulos, por óbvio. Pouco importou o que disse este ou aquele senador. As cartas estavam marcadas.

    Não aconteceu nada de relevante no Plenário do Senado. Todos sabiam que nada havia a esperar. Nenhuma defesa de Dilma, por mais brilhante que fosse, mudaria o rumo das coisas. Nenhuma acusação que coonestasse o que lá ocorria veio nos salvar da confirmação de que a democracia estava sendo violentada com requintes de crueldade – pela capa torturante de “legalidade” (mal) estendida sobre o processo de impeachment de Dilma Vana Rousseff.

    O impeachment, pode-se dizer, ocorreu sob amplo constrangimento dos seus autores, dos seus executores e da assistência no entorno.

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  • A Justiça de Moro – Cláudia Cruz, inocentada. Já Marisa Letícia, nem depois de morta.

    O Cafezinho

    Por Bojonas Teixeira Marisa Letícia, submetida ao estresse extremo, sofreu um AVC e morreu. Os médicos são unânimes em que o ambiente de pressão, de perseguição e linchamento foi causa decisiva para essa morte. Mas, mesmo assim, Sérgio Moro não a absolveu. Os advogados pediram a absolvição dela após a morte. Mas ele não aceitou. Apenas decretou a “extinção da punibilidade”. Ou seja, manteve um espinho cravado sobre a alma dela, mesmo depois de morta. Perseguindo-a, com as fúrias da lei, mesmo no outro mundo. Mas e Claudia Cruz? Cláudia, foi absolvida.

    Marisa Letícia nunca teve conta na Suíça, não fez gastos de US$ 526 mil no cartão de crédito, ou seja, mais de meio milhão de dólares, em compras suntuosas nas capitais do luxo. No entanto, apesar de Cláudia, como é conhecida na intimidade, gastar mais de meio milhão de dólares em futilidades, Moro viu nisso só inocência. Só vislumbrou boa fé. No caso de Maria Letícia, ao contrário, aceitou a denúncia ridícula que a acusa de lavagem de dinheiro por um triplex que ela nunca usou. Cláudia Cruz comprou, usou, consumiu, usufruiu, ostentou. Mas é inocente. Já no caso de Marisa, não comprou, não usou, não habitou – Mas havia elementos suficientes para que o juiz aceitasse a acusação.

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  • Doleiro preso por tráfico ajudaria Aécio na lavagem de propina, suspeita Lava Jato

    GNN Notícias

    Jornal GGN - No documento em que reforça o pedido de prisão contra Aécio Neves ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República Rodrigo Janot revela que além da empresa da família Perrela, um doleiro condenado por tráfico internacional de diamentes é suspeito de ajudar o senador mineiro na lavagem da propina que ele teria recebido da JBS.

    Nas investigações sobre o caso, a Polícia Federal flagrou o assessor parlamentar de Zezé Perrela, Mendherson Souza Lima, conversando de maneira cifrada com o doleiro Gaby Amine Toufic Madi, condenado a 7 anos de prisão em 2016.

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  • Recomendo leitura

Consideração acerca do golpista Temer

Eu vou fazer algumas considerações acerca do atual presidente da República. Ele é um golpista! Até que me provem o contrário ele foi mentor partícipe do golpe junto com os outros membros de sua quadrilha: Moreira Franco, o advogado do PCC, facção criminosa de São Paulo, o senhor Alexandre Moraes, Renan Calheiros e outros, mas teve uma participação significativa de uma gente que nos parecia esclarecida, mas igualmente criminosos, como a professora esquizofrência Janaína Paschoal e o jurista (?) Hélio Bicudo. Porque GOLPE é um crime contra a vontade popular. Esse sacripanta do Temer não merece ser presidente nem de time de futebol de várzea, tamanha a sua falta de caráter. Para compara-lo a Fernando Henrique Cardoso, de quem não gosto nem um pouco por várias razões, tenho que lembrar o programa de suas respectivas candidaturas: a de FHC era a da social democracia, cuja ideologia surge no berço do MARXISMO de acordo com muitos autores, inclusive de direita. Vejamos o que diz a infoescola, da editora Abril
Social-democracia é uma ideologia política surgida no fim do século XIX a partir de uma cisão interna do socialismo. É difícil chegar a uma definição precisa do que é que defendem os sociais-democratas, uma vez que as elaborações teóricas de grupos e indivíduos que se identificam com esse termo foram se alterando através da história… Quando surgiu, dentro do movimento operário de caráter marxista, a social-democracia apontava para a importância de conquista da democracia através da universalização do voto e da possibilidade de participação política por meio de assembleias populares.
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Então tem um bando de pseudos sociais-democratas que bradam espumando pelos cantos da boca contra o marxismo porque não conhece a história berçal da social democracia. E falam muita merda! Mas FHC mereceu ser presidente porque o povo o escolheu porque acreditou num projeto político que defendiam na teoria, embora a prática demonstrou que não se podia confiar no que diziam, ele foi reeleito pelo voto popular. Ou seja, o povo estava aprovando as besteiras que FHC fez. Ele privatizou um monte de coisas. Ninguém viu nada feito com o dinheiro das privatizações e há relatos documentais históricos que provam que o dinheiro da privatização em quase a sua totalidade foi parar em contas no exterior de pessoas do governo FHC.

Ele defendia o neo-liberalismo, ideologia de Milton Friedman, surgida no início do Século XIX, cujas teses só favoreciam mesmo os mais ricos. Merece respeito porque a tese do neo-liberalismo, apesar de fuder com os mais pobres, era genial, tão genial que convencia até os mais pobres de que o programa, mesmo tendo sido idealizado para torna-lo mais pobre e subserviente aos mais ricos, muitos homens e mulheres pobres, e pasmem!, até hoje, estão convencidos de que o melhor caminho é o neo-liberalismo. Mais do que convencidos, foram convertidos e passaram a defender os princípios neo-liberais sem jamais entender o mérito da ideologia defendida. Mesmo assim, apesar da estupidez que verbaliza em seus discursos, FHC merece ser respeitado enquanto ex-presidente e gozar dos privilégios que tem ex-presidentes já previstos na Constituição.

Já Michel Temer não merece nada. Nem respeito, consideração ou qualquer outra coisa que porventura reivindique. Ele é a personificação do que há de pior na política. É um estúpido, imoral e desvalido de caráter porque se elegeu com um discurso teórico e jamais cumpriu um milímetro daquilo que um dia defendeu. É um pilantra que se apropriou do discurso progressista do Partido dos Trabalhadores, para, eleito, dar o golpe que deu e achincalhar o Estado Brasileiro colocando como principais assessores uma quadrilha suspeita de se locupletar com os recursos do Tesouro Nacional.

Não tenho dúvidas que sua permanência como presidente será mantida porque o Estado está aparelhado, o Congresso ajoelhado e o Judiciário é uma instituição partícipe do golpe com Gilmar Mendes arrotando arrogâncias que vilipendiam a Constituição Brasileira. Há no Brasil duas justiças: uma para Lula e o PT, outra condescendente, permissiva, tolerante e cega para os que assaltaram o poder e destroem o Brasil. Foram ávidos para condenar a nomeação de Lula como ministro e se calam diante da possível nomeação para ministro do Supremo Tribunal Federal um advogado que defende o PCC, acusado pela revista Veja de plágio para publicar um livro; se calam diante da nomeação de Moreira Franco, citado 47 vezes nas delações da Lava Jato, como ministro da Secretaria Geral da Presidência da República. Eles fazem parte de uma quadrilha, se protegem e conduzem a política sempre em benefício deles e em prejuízo da população.

Aécio quer, então vamos conversar

O senador mineiro Aécio Neves (foto), que vive mais no Rio de Janeiro que em sua terra natal, é a estrela do PSDB na campanha publicitária veiculada na propaganda obrigatória para os cariocas. Ele sempre termina com o discurso “se você pensa assim [ou assado], vamos conversar!”

Eu sou mineiro como o senador, mas vivo no Rio desde janeiro de 1971, portanto, posso dizer que sou um carioca nascido em Minas Gerais. Perdi absurdamente a quase totalidade da cultura mineira: o sotaque, a culinária, o jeito matreiro e quieto de ver as coisas, a timidez etc. Internalizei os erres do carioca, adotei o churrasco e a feijoada como pratos típicos, sou mais atirado às questões que me tocam e me manifesto sempre que necessário.

No caso em questão estou me manifestando a pedido do próprio senador que está me chamando pra conversar já que entendo que é preciso fazer mais, avançar ainda mais. Penso que todo carioca também entende assim. Então vamos conversar.

Aecio-BebadoSenador, eu quero começar conversando a respeito do “respeito com o dinheiro público” e falar da privataria tucana segundo as informações do jornalista Amaury Ribeiro Júnior. Quero saber, por exemplo, como é vender a preço de banana empresas públicas lucrativas com a falácia de fazer caixa para o Brasil crescer e, ao final, as empresas foram entregues ao setor privado, mas dinheiro mesmo o PSDB, através do Fernando Henrique Cardoso foi buscar no FMI, senão vejamos: a dívida pública só aumentou no governo FHC saindo da casa dos 30% no início de mandato e superando os 50% em setembro de 2002. Um aumento na dívida pública de 72% (setenta e dois por cento senador). Não bastando isto, o PSDB entregou o governo com uma dívida de -185 (menos cento e oitenta e cinco) bilhões de dólares. O PT pagou a dívida, emprestou dinheiro ao FMI e vai investir coisa de 100 bilhões para a criação de um Banco dos Brics.

Numa da peças você diz que o PSDB quer uma educação que funcione. Tá. Quantas universidades foram criadas pelo PSDB durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso? O nobre senador pode nos dizer também a respeito das escolas técnicas federais? A história registra ZERO universidades construídas na gestão do seu PSDB e apenas, tão somente 11 escolas federais. Uma brutal diferença entre o governo do PSDB e o do PT porque Lula construiu 214 escolas técnicas e 15 universidades em 8 anos.

A sua iniciativa é sublime, porém soa demagógica. Durante a gestão do PSDB com FHC foram criados 5.016,672 empregos formais. Na gestão do PT foram 15.023,633, ou seja, 3 vezes mais. Para conversar a gente tem que pensar na gente senador. Não dá pra pensar só em banqueiro e rentistas. O salário mínimo, por exemplo, na gestão PSDB não passou dos 70 dólares e se compararmos com o PT, a sua é uma conversa mole. Na gestão do PT o salário mínimo girou próximo dos 300 dólares. Agora vejamos: pobres que somos a gente come melhor com 70 ou com 300 dólares?

Eu até quero conversar senador. O problema entre nós é credibilidade.

Eu poderia ficar aqui destilando comparações, números que desqualificam o seu discurso, mas aí vai ficar chato pra caramba porque tudo soa falso em vossa pessoa, até esse amor que diz sentir pelo Rio de Janeiro. Sua figura é um desastroso contraste com a paisagem carioca. Seu comportamento idem.

Quer saber senador? Acho que vai ficar falando sozinho.

A ética da “imprensa independente” brasileira

Rildo Ferreira

Ela é quem diz qual ética devemos obedecer (charge adaptada do Blog do Bauru).

Os jornalistas e os 11 donos da imprensa brasileira tem motivos de sobra para temer o PT no poder por um período mais longo. Imaginem todos se o PT, sozinho, adquirisse pelo voto popular o direito de governar o país sem depender fazer concessões ou ter que contar com “aliados” para aprovar as mudanças necessárias para passar o Brasil a limpo?! Certamente hoje já estaríamos falando em CPI para investigar e deixar as claras para a sociedade civil o que o jornalista Amaury Jr. denuncia em seu livro “A Privataria Tucana”.

E a imprensa brasileira com isso?

Ora, a ética, segundo essa imprensa com seus jornalistas ativistas e subalternos cegos de 11 famílias que dominaram o Planalto por longos anos de FHC, e caladinhos comiam parte do produto da “privataria” que os tucanos promoveram nos 8 anos que ficaram no poder, é a mesma que segundo Ricúpero, então ministro da fazenda de Itamar Franco em 1994, esconde o que é ruim e mostram o que é bom (para eles). E desse modo adotam a postura de blindar os tucanos de qualquer possibilidade de escândalo: Em São Paulo, Bruno Covas (PSDB) e Major Olímpio (PDT) confirmaram as acusações do deputado Roque Barbiere (PTB) de que seus pares na Assembléia Legislativa de São Paulo – Alesp tinham um esquema para vender emendas parlamentares. A mídia, com seus jornalista ativistas a pedido das 11 famílias detentoras dos principais e maiores veículos, calou-se!

O prefeito Kassab (PSD) está sendo acusado de improbidade administrativa, tem seus bens bloqueados pela justiça, mas os ativistas das 11 famílias calam-se para não comprometer o protegido, ao contrário, se noticiam o fato em 10 linhas de página, oferecem outras 10 como direito de defesa ao prefeito aliado. O Metrô de São Paulo tem sérios indícios de fraude nas licitações da linha lilás, mas o que faz a mídia diante dessas suspeitas? Escolhe um jornalista ambicioso para fazer carreira e o envia a cometer um crime também não explorado pela imprensa. Gustavo Nogueira Ribeiro, da revista Veja, tentou invadir o apartamento de José Dirceu em Brasília, implantou indevidamente câmera nos corredores do hotel para investigar os visitantes do ex-deputado e ex-ministro da Casa Civil do governo Lula. O chefe da 5ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal, Laércio Rosseto, chegou à conclusão que o jornalista Gustavo Ribeiro realmente tentou violar a suíte ocupada pelo petista no Hotel Naoum Plaza, em Brasília, no dia 24 de agosto de 2011 (Brasil 247).

Quando os fascistas Diogo Mainardi, Ali Kamel e Reinaldo Azevedo escreveram suas crônicas a respeito do que pensavam do presidente Lula, todas as mídias deram destaques. ‘Que interesse público ou meramente jornalístico pode ter um livro que chama o ex-presidente Lula de “anta” ou outro que chama de “petralhas” os mais de um milhão de filiados do Partido dos Trabalhadores? Apesar disso, esses livros, escritos por pistoleiros contratados para caluniar e xingar, são anunciados o tempo todo pelos grandes meios de comunicação’, questiona e afirma Eduardo Guimarães no Blog da Cidadania. O recém publicado livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr. poderá vir a ser notícia na grande mídia, mas de acordo com o histórico da velha mídia, podemos acreditar que isso só acontecerá se as instituições públicas de defesa da sociedade vir a fazer o seu trabalho como de fato deve ser feito: investigar o que denuncia Amaury e começar a levar para a cadeia tucanos de altas plumagens.

A ética jornalística desse grupo ainda apresenta outro viés: o de fazer de toda boa notícia uma notícia ruim. É o que vem constatando o jornalista Miguel do Rosário nO Cafezinho. Neste Blog Miguel do Rosário escreve:

Impressionante a obsessão da mídia brasileira em vender desgraças. Pior, em vender falsas desgraças. O IBGE divulgou ontem que a inflação de novembro ficou em 0,52%. Os jornalões anunciaram com estardalhaço que a “inflação subiu”… Entretanto, não é verdade. Se você ler a íntegra da matéria, coisa que poucos o fazem, verá que a maioria dos entrevistados diz exatamente o contrário do que informa o título (O Cafezinho).

A revista Veja, através do ativista fascista Reinaldo Azevedo, acusou o ministro Alfredo Nascimento (Transportes) de usar verba pública para pagar o copeiro de sua residência, mas não citou uma única linha para falar do senador paranaense Álvaro Dias (PSDB), “que se autoproclama paladino da ética, [de usar] verbas do senado para pagar aluguel de escritório político, mas o escritório é dele mesmo” (Opensanti).

Esta imprensa com seus jornalistas ativistas precisam sentir “na pele” o mesmo que sente a imprensa argentina, conforme o depoimento da jornalista Sylvia Colombo, da Folha de São Paulo e correspondente na Argentina:

Numa ocasião, numa barulhenta sala de espera de um dentista, enquanto preenchia minha ficha, a secretária perguntou minha profissão. Quando disse, fez-se silêncio, quebrado apenas pelo comentário desconcertante de uma senhora: “No seu país vocês são mentirosos também? (Colombo, da Folha, via Abert)

Neste depoimento ela reclama que o governo da presidenta argentina Cristina Kirchner pretende reforçar a “execução da Lei de Meios, que tirará poderes de grupos como o Clarín” numa clara demonstração de como a imprensa se sente em relação aos poderes constituídos. Eduardo Guimarães escreveu em seu blog: “Um meio de comunicação tem que ter prestígio, credibilidade, até recursos financeiros para bem cumprir o seu papel de informar, mas não tem que ter poderes, por exemplo, para derrubar ministros ou para vetar, modificar ou até fazer aprovar políticas públicas (Blog da Cidadania).

Este depoimento dá uma dimensão de como a imprensa se sente em relação às instituições governamentais. Ela se considera detentora de um poder inquestionável, acima das leis e do bom senso. A ética do ponto de vista das 11 famílias difere substancialmente da ética do ponto de vista das outras mais de 40 milhões de famílias, e o maior temor da “imprensa independente” e ter que se submeter a ética da maioria dos brasileiros.

Míriam Leitão atribui à FHC autoria intelectual do Plano Real

Hoje, 4/7, às 12h 40m, ouvindo a CBN, a rádio que TROCA a notícia, sob ancoragem de Sardenberg, a urubóloga (PHA) resolveu apresentar sua versão sobre a história embrionária do Plano Real. Itamar jazz em sono eterno e já não pode mais dizer “isso aí não é verdade!” então ela aproveitou pra dizer que o mentor intelectual do Plano Real foi FHC. Este, cujo ego não cabe em si, e tem sua data de aniversário prolongada pela velha mídia, também quer ser o autor intelectual do Plano. Mas o papel da Míriam foi de dar nó na língua tentando provar o improvável e fez de Itamar um boneco mecânico diante da sagacidade intelectual de FHC. Disse ela que Itamar dependia muito das opiniões do então ministro da fazenda e nada era feito sem isso. O mercado confiava mais no ministro que no presidente e nem o PSDB queria que FHC assumisse o posto de ministro da fazenda por ser de curto período.

Eu ouço, mas confesso sentir um asco de nojo e indignação. É muita cara de pau!

Quem é Alain Touraine?

 

A marca da amizade na campanha de espalhar o medo entre os brasileiros e brasileiras.

Esta semana fomos agraciados com um SUJEITO francês de 85 anos dizendo que o Brasil sofre um enorme risco de retrocesso populista. Hoje o colonista do jornal O Globo Ricardo Noblá, blá, blá… publica uma frase e atribui ao falastrão francês (não há nenhuma outra referência sobre este dizer do sócio logo de FHC em nenhuma outra publicação):

 

Não estou avaliando o governo dela [Dilma]. Para isso, temos de esperar um ou dois anos. Mas no momento o que só se sabe é que ela foi eleita por vontade de Lula. (Alain Touraine, intrometido francês).

Mas que absurdo! Como assim “o que só se sabe é que ela foi eleita pela vontade de Lula”? E os outros 55.752.528 votos que Dilma obteve dos brasileiros e brasileiras não contam? Então esses milhões de milhões de pessoas escolheram Dilma contra a própria vontade?

Para Touraine sujeito é vazio, não-social, sem conteúdo social. Então esse SUJEITO vem aqui para desqualificar o meu voto porque ele soube… Soube por quem? Quem lhe disse que abstraí de minha vontade para fazer a do Lula? Lula é o meu presidente, mas o meu voto foi fruto da minha vontade, e somente dela, porque sei a desgraça que seria para o país se o escolhido fosse o outro.

Numa rápida pesquisa pelo Google e lá fomos descobrir que o tal bicudo é um amigo íntimo de FHC. Por isso lá no primeiro parágrafo eu me referi à ele como sócio logo de FHC, e não como sociólogo com a Folha de São Paulo quer nos fazer acreditar. E sabem como eu descobri isso? No Google. Vejam essa matéria da Folha de São Paulo de 2004:

GILBERTO FELISBERTO VASCONCELLOS
especial para a Folha

Quanto ao ensaio referente ao maio de 1968 na França, existe uma enorme bibliografia, e não há nada que possa ser considerado original e relevante no trabalho de Luciano Martins, que, aliás, o escreveu de Paris ou em Paris, sob influência do famoso (sobretudo para nós) sociólogo francês, Alain Touraine, que volta e meia, visitando o Palácio da Alvorada, timbra em dar dicas e palpites sobre o destino do povo brasileiro (Folha, 31/7/2004)

Dois anos antes a mesma Folha publica matéria de Chico Santos de onde destaquei a declaração do invejoso FHC depois de discursar após receber o título de “doutor honoris causa” (de quê, Deus do céu!) na Universidade Cândido Mendes no Rio de Janeiro.

Eu era muito jovem, estava muito influenciado pelo professor Alain Touraine [historiador francês que recebeu ontem a mesma homenagem de FHC, na mesma cerimônia], e olhava lá da USP com uma certa desconfiança essa gente tão próxima do poder. (FHC, na Folha em 7/11/2002).

No Globo não saiu nada que não tenha sido publicado na Folha de São Paulo. Aliás, parece que o Globo é uma sucursal no Rio tantas são as reproduções de matérias requentadas da Folha de São Paulo. Mas tá lá no Blog do Noblá, blá, blá… de maio de 2006.

“O sociólogo francês Alain Touraine, 80, amigo de Fernando Henrique Cardoso e um dos intelectuais mais respeitados daquele país, considera o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o único capaz de realizar as transformações sociais de que o Brasil precisa e que os brasileiros agirão de forma irracional se não o reelegerem (O Globo, 28/5/2006)

Não é o suficiente? Então a revista Época de dezembro de 2007 diz:

Um de seus amigos e ex-alunos é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com quem jantou há cerca de 15 dias em Paris.(Época, 15/12/2007)

Perceberam que em todos eles os jornalistas destacam a amizade profícua entre Touraine e FHC? Sócios, logo.

O que me intriga é que não há a menor possibilidade do TSE anular o processo eleitoral e convocar novas eleições. Então por qual motivo eles ficam agourando o governo da presidenta eleita? E o que um francês tem que se meter nos problemas eleitorais brasileiro? A França e a Europa não estão enfrentando problemas econômicos por lá? Por que não vai opinar no trabalho do Sarkozy?

FHC trama a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil

 

O alvo dos tucanos não são os problemas do Brasil. Para eles o problema é o Brasil. Por isso desejam sucatea-lo para vendê-lo ao capital estrangeiro.

 

Estava analisando larvas de culicídeos quando ouço o computador dar sinais de que estou recebendo emails. Quando termino a leitura das amostras do dia, tenho que lançá-las no sistema. Aproveito para ler as mensagens recebidas. Eis que entre elas está a do membro da Rede 3Setor Laerte Braga, da redecastorfoto, devidamente identificado e sujeito que goza de prestígio e credibilidade no grupo. Ele faz um desafio aos tucanos. Um alerta aos brasileiros e brasileiras. A saber:

DESAFIO QUALQUER TUCANO OU ALIADO A DESMENTIR OS FATOS ABAIXO – DESAFIO-OS A UM PROCESSO PARA SE POSSA PROVAR A BANDIDAGEM

Laerte Braga <laert_______@gmail.com>

17 de outubro de 2010 23:12

FHC ESTÁ ACERTANDO A VENDA DO BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU

Neste momento que escrevo, domingo, 21h31m, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está falando, em inglês, para 150 investidores estrangeiros no Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu. O evento é fechado, a fala de FHC está se dando em um jantar e o assunto é a privatização da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL, além de outras “oportunidades” de negócios no Brasil. FHC está assumindo com os empresários o compromisso de venda dessas empresas em nome de José FHC Serra. A idéia inicial dos organizadores de realizar o evento no Hotel Internacional foi afastada para evitar presença de jornalistas. Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito. E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef. Segundo FHC disse a esses empresários logo após ser apresentado pelo organizador do evento, “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas”. Para o ex-presidente é fundamental a participação desses grupos na reta final de campanha. A avaliação de FHC é que a campanha de Dilma sofreu um golpe com a introdução do tema religioso (o que foi deliberado pelos tucanos para desviar a atenção das pessoas dos reais objetivos do candidato José FHC Serra). É preciso, na concepção do ex-presidente arrematar o processo derrotando a candidata e impedindo-a de respirar nessa reta final. O acordo com empresários internacionais em Foz do Iguaçu envolve a instalação de uma base militar norte-americana na região, desejo antigo dos governos dos Estados Unidos. O corretor da venda do Brasil, FHC, com toda certeza, está acertando também a comissão (propina) a ser paga caso o negócio venha a se concretizar, ou seja, a eleição de José FHC Serra. Para o ex-presidente também não há grandes problemas com a mídia privada “sob nosso controle”, mas é preciso evitar a divulgação de notícias mesmo que sejam pequenas ou de pequenos fatos e que possam prejudicar o projeto de venda do Brasil. Esse tipo de evento, essa fala de FHC é característica da fala de agente estrangeiro e mostra a desfaçatez tucana em relação ao Brasil e aos brasileiros. No mesmo momento em que o corrupto e venal José FHC Serra debate com Dilma Roussef na REDE TEVÊ e fala sobre trololós petistas, FHC, seu mentor e principal corretor de vendas de empresas públicas brasileiras, negocia traiçoeiramente a entrega de patrimônio público a esses investidores. É a opção que os brasileiros temos diante de nós. Ou caímos de quatro e abrimos mão de nossa soberania ou resistimos e rejeitamos a quadrilha tucana. Desafio qualquer tucano, qualquer DEM, qualquer pilantra tipo Roberto Freire, quem quer que seja, a desmentir esse fato. O evento em FOZ DO IGUAÇU e sua natureza, a venda do BRASIL!

A VENDA DO BRASIL – A GLOBO ESTÁ NO MEIO

O agente estrangeiro que organizou o evento em Foz do Iguaçu, Hotel das Cataratas, onde FHC está acertando a venda da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL é **RAFHAEL EKCMANN**, que no momento ocupa o cargo de COMMERCIAL MANAGER da GLOBOSAT (serviços financeiros). A GLOBO está no meio, é sócia do grupo MURDOCH na GLOBOSAT. E enquanto isso José FHC Serra vai mentindo e distraindo o povo brasileiro. FHC comete a traição pelas costas e seu pupilo mente na REDE TEVÊ. O ex-presidente continua falando aos investidores no jantar no Hotel das Cataratas. É um fato grave, um ato de traição. A propósito disso não custa lembrar que em 2002 o então presidente FHC mandou o BNDES dar à GLOBO 250 milhões de dólares numa assembléia de aumento de capital da GLOBOSAT, além de encaminhar ao Congresso a proposta de participação de capital estrangeiro em empresas de rádio e televisão, como parte do acordo para que a rede apoiasse José FHC Serra. Estão de volta os bandidos. Tentando tomar o Brasil a qualquer custo. O Baixada Carioca Por email questionei o senhor Laerte Braga sobre a veracidade das informações no que ele respondeu prontamente: Rildo, boa tarde.

O fazer um desafio significa exatamente deixar claro as condições de provar.
É por questões de segurança que o nome do informante, que está no mesmo hotel, não pode ser revelado.
Ao dar os nomes, hoje à noite tornarei a escrever sobre o assunto já com mais detalhes, estou chamando-os às falas e desafiando-os a desmentir.
No caso de uma interpelação judicial, meu caso se o fizerem, reafirmarei todos os fatos e no curso de um processo alegarei exceção da verdade, figura jurídica que significa o direito de provar e provarei.
Como?
No caso de um processo posso provar o deslocamento de FHC para Foz do Iguaçu. Posso exigir do hotel a lista de hóspedes com data de chegada, saída, nacionalidade, enfim, uma série de ações que não interessa a eles.
Tenha a certeza que não estou me metendo num lamaçal, ontem fiquei até duas horas recebendo informações via celular, com toda a cautela para preservar o informarnte e tão logo me chegou às mãos a primeira notícia, eu comuniquei ao comando do PT que, por sua vez, também foi atrás.
Há provas fartas do evento e do que FHC disse durante o jantar, como do pedido de dinheiro para a campanha de Serra.
Um abraço,
Laerte
Estou a procura de outras informações na velha mídia declaradamente tucana para saber o que dizem a respeito. Se alguém tiver alguma informação, por favor, entre em contato com o Blog (através da caixa de comentários).

Onde estão os dilmistas?

 

Esta marca tem de ser levada a todos os eleitores. Só 21% dos brasileiros e brasileiras tem acesso à internet e nem todos são Dilma 13.

 

Antes de levar esse papo adiante, quero deixar claro que voto na Dilma.

Tenho várias razões para votar na petista, mas a principal delas é que eu não quero voltar a viver os dias tensos e duvidosos de FHC. O projeto do PSDB para o Brasil não é o projeto que eu penso para mim, para minha família e para aqueles que eu conheço e que são tão pobres quanto eu.

Já vivi momentos depressivos de completa ausência de perspectiva nos tempos de FHC. Vi dilacerado um patrimônio do povo brasileiro e ser vendido a preço aviltante. A submissão aos interesses internacionais, sob pena de empobrecimento dos brasileiros e brasileiras sempre baixou minha estima e vi minha geração adorando tudo o que era dos Estados Unidos, da Europa e do Oriente e desprezando tudo o que produzíamos. Tudo aquilo que era feito por brasileiro ou brasileira era inferior. Os estadunidenses não se acham superpoderosos porque acham que todo homem que nasce é um super-homem e toda mulher que nasce é uma Mulher Maravilha, mas porque os outros povos já nascem com sentimento de inferioridade.

Com o atual governo me vi tão forte quanto eles: estadunidenses, europeus e orientais. Nossos produtos são invejados e desejados. Imaginem! Nossa cachaça comparada aos melhores Uísques!… Temos a segunda maior exploradora de petróleo do mundo e é ícone para exploração em profundidade. A fibra ótica nasceu em solo nordestino e acabamos de descobrir um remédio que pode previnir a Asma antes do resto do mundo. Temos mentes humanas com muita capacidade científica, o que faltava, desde os tempos de FHC e do atual candidato do PSDB à presidência era investimento em Ciência e Tecnologia; investimento no ser humano. Não posso desprezar tudo isso e é por isso que voto na Dilma.

Assim como a maioria dos eleitores da Dilma eu também esperava que ela ganhasse já no primeiro turno. Não foi possível e a gente já sabe por que. A velha mídia que sempre esteve de braços dados com os piores regimes para se apropriar dos recursos do tesouro público teve que reconhecer que optaram pela candidatura tucana, o que é louvável e aceitável. Mas ela não fez só isso. Inventou uma ficha policial que não é real; tentou espalhar o medo e o terror (terrorismo psicológico) com o discurso de que a candidata petista era uma guerrilheira, a favor de matar criancinhas como disse dona Mônica Serra em Nova Iguaçu, cidade onde vivo; começaram a surgir informações de que Dilma era lésbica, a favor do aborto e responsável pela quebra do sigilo bancário de Veronica Serra.

A ficha policial foi inventada pela Folha de São Paulo. Dilma não foi guerrilheira, mas guerreira. Lutou contra a ditadura, a mesma ditadura militar que a Folha de São Paulo sempre apoiou. Foi presa e torturada enquanto o tucano fugia para o Chile. Ambos os candidatos foram “guerrilheiros”, pois estavam do mesmo lado até que o ditadura prendeu a primeira de deixou fugir o tucano hoje candidato a presidente.

A invenção do lesbianismo não foi adiante porque Dilma já foi casada, tem uma filha e recentemente ganhou um neto. A baixaria não ganhou corpo.

A questão do aborto muito tem que ser discutido. A primeira coisa é sobre a descriminalização. Descriminalizar é ser a favor do aborto ou não tratar o aborto como um crime em que se prende a mulher que o fez? Dona Monica Serra fez aborto quando dava aulas em São Paulo. Ela deve ser criminalizada por isso? E não tratar o assunto como crime é ser a favor do aborto? A questão é que pegaram a “descriminalização” como sinônimo de “a favor”. Uma coisa nada tem que ver com a outra. Tratar a questão do aborto como um caso de saúde pública não é ser a favor. Quem em sã consciência estaria a favor de que mulheres pobres ou ricas corressem às clínicas para abortar sem o menor critério? Dilma não é a favor disso. Mas, vejam: dona Mônica fez aborto. Foi numa clínica ou foi em casa, com pessoas sem a menor qualificação para fazer o aborto? Agora imaginem uma pessoa pobre, que não pode pagar uma clínica e um médico, que precisa fazer aborto por razões previstas na legislação; para onde vai? Tem que deixar vir o filho correndo risco de vida? E se faz aborto de modo caseiro, em condições inapropriadas, essa pessoa deve ser criminalizada por isso? Vamos levá-la à cadeia? Quem é mais criminosa? A pobre que fez o aborto caseiro ou dona Serra que foi à uma clínica especializada?

O sigilo de dona Verônica Serra foi uma armação para esconder um mal maior e que está no ninho tucano. É grave que a Receita Federal não tivesse controle mais rigoroso sobre as pessoas que podem manipular dados de milhões de brasileiros. Mas estava claro que os dados que podiam ser encontrados nas esquinas de São Paulo não era uma fraude orquestrada pelo PT para vasculhar a vida de dona Verônica. Aos poucos fomos descobrindo que teve maior objetivos esconder aquilo que a Carta Capital denunciou, mas que não teve a repercursão na velha mídia: Verônica Serra e Verônica Dantas seriam as responsáveis pela quebra de sigilo bancário de mais de 60 milhões de pessoas.

“Naquele mesmo mês, por cerca de 20 dias, os dados de quase 60 milhões de correntistas brasileiros haviam ficado expostos à visitação pública na internet, no que é, provavelmente uma das maiores quebras de sigilo bancário da história do País. O site responsável pelo crime, filial brasileira de uma empresa argentina, se chamava Decidir.com e, curiosamente, tinha registro em Miami, nos Estados Unidos, em nome de seis sócios. Dois deles eram empresárias brasileiras: Verônica Allende Serra e Verônica Dantas Rodenburg.
Ironia do destino, a advogada Verônica Serra, 41 anos, é hoje a principal estrela da campanha política do pai, José Serra, justamente por ser vítima de uma ainda mal explicada quebra de sigilo fiscal cometida por funcionários da Receita Federal. A violação dos dados de Verônica tem sido extensamente explorada na campanha eleitoral. Serra acusou diretamente Dilma Rousseff de responsabilidade pelo crime, embora tenha abrandado o discurso nos últimos dias (Carta Capital, 2010: disponível em http://www.cartacapital.com.br/politica/sinais-trocados).”

Por fim o próprio candidato desistiu de insistir no imbróglio quando percebeu que o assunto Decidir.com poderia vir à tona. E o assunto passou a ser tratado como caso de polícia.

O que determinou o segundo turno das eleiçõs, além dos boatos e da imprensa tucana, foi o caso Erenice Guerra. Esta deve assumir a culpa de ter protelado a vitória da Dilma.

Mas agora estamos no segundo turno e há uma eleição em curso. No primeiro turno víamos candidatos pendurados nos ombros da Dilma e do Lula. Todos tentando aproveitar-se da popularidade do presidente e diziam estar com Dilma para conseguir os votos necessários para eleger-se deputado estadual, deputado federal, senador ou governador. Sumiram quase todos. Não vejo candidatos eleitos ou não eleitos nas ruas a pedir votos para Dilma na Baixada Fluminense. Sumiram-se os panfleteiros, os militantes e os dilmistas. Tudo bem. Não encontramos panfleteiros do tucano por aí, mas o que nos diferenciava dos tucanos era exatamente isso: a voluntariedade, a militância nas ruas. Estaríamos todos na internet? Nas redes sociais? Isso garantirá o sucesso e a eleição da Dilma? Penso que não.

E onde estão os dirigentes petistas dos Diretórios municipais e estaduais? Onde estão os materiais de campanha? Cadê os panfletos, os santinhos, a colinha para o eleitor levar à urna? Onde está a campanha? Ficaremos mesmo reduzidos à TV, ao Rádio e à internet?

Vamos ganhar essa eleição, mas nossa diferença não se faz notar. Estamos iguais e iguais, pode-se eleger qualquer um. Vamos ganhar a eleição, mas nossos sonhos estão se apagando ou, na melhor das hipóteses, tornando-se virtual.
Este é um apelo para abandonarmos a internet por uns dias e voltarmos às ruas com panfletos nas mãos para convencer nossos amigos e parentes.

Para mostrar que não somos iguais.